
O primeiro passo é procurar a Prefeitura da cidade para obter mais informações sobre as particularidades do programa. Depois, é preciso ir a um banco verificar as condições e outros detalhes. Lembrando que não é necessário dar nenhum valor como entrada ou sinal, para entrar no programa.
Após definir o tipo de imóvel mais adequado às suas necessidades, pois isso facilita a escolha. A partir daí, a construtora de confiança que você escolheu para intermediar o processo, reunirá dados como:
- sua renda mensal;
- o valor que você tem disponivel para entrada;
- o saldo do FGTS que você pode usar;
- faixa do MCMV na qual você se enquadra;
- o valor máximo que pode ser adquirido (subsídio);
- a taxa de juros praticada.
Todos os dados acima serão cruzados, para que seja feito o cálculo do valor aproximado da parcela mensal do financiamento que você pagará. Vale destacar, ainda, que no MCMV, é possível ter carência de até 24 meses para o início do pagamento — no caso de imóveis na planta.
No processo, estará inclusa a contratação do Fundo Garantidor de Habitação, que funciona como um seguro. O documento ajuda no pagamento parcial das parcelas (caso o comprador tenha problemas de saúde ou perca o emprego).
Caso você quite o imóvel antes do prazo, poderá vendê-lo, mas terá que fazer a restituição do valor de desconto que foi recebido (subsídio do Governo), proporcionalmente ao saldo antecipado — com exceção das aquisições da Faixa 1.